Esta edição traz logo na coluna inaugural de Tim Kask a publicação do livreto Blackmoor.
Há menção a Jim Hayes, como amigo a ter enviado uma pintura a óleo. E passa-se a requisitar colaboradores que possam contribuir com arte ou artigos.
Alguns jogos ganham mais atenção quanto a produção de miniaturas ou novas apresentações.
Lankhmar passa a ser encargo de Rob Kunz.
E, por fim, antes da GenCon, o editor prometia ainda o lançamento de Gods, Demi-Gods & Heroes, livreto de suplemento a D&D.
Segue-se um breve auto-testemunho de Gygax e de Brian Blume (um erro editorial, por certo).
Gary Gygax apresenta uma possível aventura entre os mundos de D&D e II Guerra Mundial. Uma mecânica especial é desenvolvida para este encontro.
Existia uma publicação chamada Diplomacy, que neste tempo, passou a dedicar uma coluna ao assunto D&D (como apontado aqui, nesta edição). Nem precisa dizer o quanto é raro conseguir acesso ao conteúdo, hoje em dia…
Agora, e quanto a um painel, na GenCon IX, voltado para os mestres (D&D Dungeonmaster’s Seminar), a cargo de Gygax, Arneson e Rob Kuntz? E ainda hoje tem gente querendo reescrever a história menosprezando ou ignorando esses personagens (apenas Kuntz está vivo).
Interessante notar que a companhia já abria caminho para o homebrewing, ao sugerir um suplemento composto por material submetido. Havia planos de publicações focadas em feitiços ou artefatos e relíquias, bem como mapas de masmorras geomórficas.
Seguem-se alguns itens mágicos: Robe da Cor Cintilante e Contas de Oração.
Como não poderia deixar de ser, segue um panorama do mundo wargaming. Chama a atenção o alerta que a edição dá a respeito de uma convenção de D&D na qual Fritz Lieber, segundo os promotores do evento, estaria lá com “sua” Dungeon, quando, na verdade, de acordo com o mesmo, não se sustentava. É possível enxergar como Lieber era admirado pelos autores do jogo, ao celebrarem sua participação na GenCon vindoura.
Robert Kuntz relata brevemente seu início no mundo dos jogos. Seu irmão, Terry, e Tim Kask também o fazem. São pessoas que se interessaram por simulação, seu aspecto militar e acessórios, como miniaturas.
Dave Arneson traz um after action review (a.a.r.), que, para ser sincero, não me interessou.
Segue um complemento a Tractics, que também não me interessou.
Há uma espécie de prévia editorial da próxima GenCon, que além do seminário a mestres, contará com um q&a e com seminário do professor Barker (Empire of Petal Throne). E há um aceno interessante ao fato sobre a opinião: embora hajam ruídos, a GenCon é primeira convenção e também a mais antiga. “Temos nenhuma intenção de permitir que estes fatos mudem”.
A controvérsia girava em torno dos clamores da Avalon Hill em reinvindicar sua convenção, Origins, como a convenção de âmbito nacional. Enfim, uma disputa bem irrelevante para o que viria a ser o motor propulsor do hobby.
Algumas criaturas são adicionadas ao bestiário: Rakshasa, poderosos espíritos encarnados, que utilizam ilusões e não podem ser atingidos por armas normais; the slithering tracker, criaturas semi-fluidas que atacam suas presas quando adormecem; the trapper, bestas amoras, camaleônicas, resistentes ao frio ou calor, que esmagam suas vítimas.
Na próxima edição, Gygax trará um ensaio sobre alinhamento; dois novos personagens para Dungeon!; uma aventura, por Rob Kuntz; e uma nova classe será apresentada - bardos.
A edição contou com a contribuição artística de Greg Bell (capa, inclusive, como não poderia deixar de ser...), Dave Sutherland e John Seaton.




