18 maio 2010

O Incrível Hulk: Futuro Imperfeito 2 (Abril Ed./1996)

Publicado originalmente em: Hulk: Future Imperfect #2 (1993).

Argumento: Peter David
Arte: George Pérez
Cores: Tom Smith

Neste gibi, depois de confrontar o Maestro, o gigante esmeralda é conduzido de forma a se seduzir por um mundo onde poderia usufruir de tudo e perpetuar o status quo. Hulk tem outros planos e pretende justificar sua presença neste tempo alternativo, utilizando a máquina do tempo construída por Dr. Destino.

Nota: 4/5

O Incrível Hulk: Futuro Imperfeito 1 (Abril Ed./1996)

Publicado originalmente em: Hulk: Future Imperfect #1(1992).

Argumento: Peter David
Arte: George Pérez
Cores: Tom Smith

Neste gibi, em um futuro marcado pela destruição mundial ocasionada pelas ações do homem, subsiste na cidade Dystopia aquilo que restou da humanidade. Seu líder supremo é o Maestro, superior em força e poderio, capaz de resistir aos efeitos da radiação e que governa com mãos de ferro, reprimindo a todo custo aqueles que se opõe à sua vontade. Heróis se perderam pelo tempo, mas a esperança vem do passado e ela se chama: Hulk. Para sua surpresa ele terá que enfrentar a si mesmo.

Nota: 4/5

02 abril 2009

GRAPHIC NOVEL 5 (Abril Ed./1988)

Publicado originalmente em: Batman: The Killing Joke (1988).

Batman: "A piada mortal"
Argumento: Alan Moore
Arte: Brian Bolland
Arte-Final: John Higgins

Neste gibi, Batman tenta pela última vez encontrar uma forma de evitar um derradeiro confronto com o Coringa, mas é surpreendido por sua fuga do Asilo Arkhan. O palhaço planeja provar que o homem comum é suscetível à loucura e que aquilo que o separa da insanidade pode tratar-se apenas de "um dia", como um paralelo de sua própria história. Dessa forma, ele pretende atingir o comissário Gordon, aleijando sua filha e torturando-o em seu lunático parque de diversões. O comissário acaba salvo por Batman e prova que a teoria do palhaço é infundada. O homem-morcego procura uma forma de se entender com seu maior inimigo, mas o que ouve é uma piada...

Nota: 5/5

WATCHMEN 2 (Abril Ed./1988)

Publicado originalmente em: Watchmen #3 e 4 (1986).

Watchmen: "O juiz de toda a Terra"
Argumento: Alan Moore
Arte: Dave Gibbons

Neste gibi, após um briga, Laurie Juspeczyk deixa Jon Osterman, o Dr. Manhattan, e procura refúgio com seu amigo de longa data, Dan Dreiberg, o Coruja. Enquanto isso, Dr. Manhattan deixa a Terra ao ficar sabendo que pode ter sido o causador de câncer em pessoas com as quais conviveu no passado, além do fato da partida de Laurie. Sem a maior arma de supremacia americana, os russos invadem o Afeganistão, aumentando as tensões entre os dois países.
Nota: 5/5

Watchmen: "Relojoeiro"
Argumento: Alan Moore
Arte: Dave Gibbons

Dr. Manhattan, exilado em Marte, relembra seu passado e o acidente que o transformou em um super-homem. A meticulosa narrativa sugere a racionalidade com que o personagem analisa os eventos ao seu redor, como a precisão da montagem de um relógio. Isolado, ele cria um mundo de vidro rosado para viver.
Nota: 5/5

31 março 2009

GRAPHIC MARVEL 3 (Abril Ed./1990)

Publicado originalmente em: Graphic Marvel #17 (1985).

Graphic Marvel: "A vingança do Monolito Vivo"
Argumento: David Michelinie
Arte: Marc Silvestri
Arte-Final: Geof Isherwood

Neste gibi, Ahmet Abdol, o mutante que acredita ser o Faraó Vivo, planeja ter o domínio do mundo através da absorção das energias cósmicas presentes no corpo do Sr. Fantástico, Tocha Humana e Mulher Invisível. Entretanto, uma difícil escolha anula completamente seu vínculo humano, em função da morte de sua filha, acelerando o processo de transformaçao em Monolito Vivo. Em Nova Iorque, ele procura sua vingança, mas tem pela frente Capitão América, Homem-Aranha e Mulher-Hulk. Pela ação dos três, o Monolito Vivo encontra sua derrota, que, em função do crescimento de sua massa, adquire a capacidade de absorver energia cósmica ilimitadamente. Os heróis lançam, assim, o Monolito ao espaço, onde encontra seu destino final.
Nota: 3/5





Opinião: Leia. Muito embora tenha um certo ar de grandiosidade, a história é construída sobre temas um pouco corriqueiros. Alguns personagens são timidamente explorados, passando pouco entusiasmo ao leitor. Marc Silvestri ainda não havia estabelecido seu característico traço, mas já fazia um competente trabalho.

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